Como tudo começou....

 

 

Desde pequena, eu me senti atraída por assuntos e locais diversos relacionados à espiritualidade.

 

Meus pais me levavam muito para benzer e eu me sentia bem e familiarizada já com o ambiente, os rituais e as pessoas. Era algo bem constante em minha vida, pois eles frequentavam centros espíritas e meu pai não tinha somente um altar, ele tinha um quarto inteiro só para rezar.

 

Lembro quando morava em Poços de Caldas e adorava quando entrávamos em lojas holísticas cheia de cristais, fontes de água, fadas, incensos, elefantes, realmente era um Universo que me atraia.

 

Enquanto meus pais eram casados eu posso dizer que vivi um conto de fadas. Meu próprio quarto era uma casa com sala, portinha, janelinhas, tinha escada para um segundo andar onde era a minha cama, cheio de bichinhos de pelúcia. Eles se separaram, e de uma forma muito turbulenta  que deixou muitas marcas em todos nós.

 

Após a separação deles, o castelo da princesa perdeu todo seu encanto e brilho e foi quando, devido ao choque emocional, as dificuldades começaram. O primeiro reencontro dos meus pais, em que reunimos eu, minha irmã, minha mãe e meu pai aconteceu 16 anos depois na minha formatura na Unicamp, em agosto de 2010.

 

As dificuldades me levaram à uma busca mais profunda e que continua até os dias de hoje.

 

É na superação real da sombra que interiorizamos os mais sábios aprendizados e retornamos à luz encontrando a própria essência.                  

 

 

 

" Em meio aquela confusão em casa, minha mãe resolveu fazer um curso novo que apareceu na cidade apresentado pelo centro espírita. Um curso de Reiki Nível 1. Nele ela aprendeu como nós poderíamos curar através das mãos como Jesus curou, que existiam centros de energia no corpo dela e pode sentir a energia das mãos, assim como bem-estar e paz. 

 

Ela percebeu que isso poderia nos poupar de alguma forma energeticamente naquele momento de nossas vidas e ela resolveu levar eu e minha irmã para sermos iniciadas. Quando ela foi participar do Nível 2 de Reiki, ela nos levou e junto de mais 3 crianças fomos iniciadas pela mestre dela antes que a aula dos adultos começassem. Eu aos 8 anos de idade e minha irmã as 6 anos, nos tornamos reikianas nível 1.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenho a lembrança de nós dentro da sala, eu não entendia o que aquela mulher estava fazendo com as mãos, mas no fim ela disse que eu poderia curar alguma dor que eu sentisse no meu corpo através da imposição de mãos, pois delas sai energia de cura.

 

Achei interessante a ideia e resolvi então usar a energia de cura das minhas mãos. Apliquei energia em mim a cada sensação corpórea que achasse que não era boa ou normal e percebia que a sensação sumia. Ou seja, sem saber eu estava me conectando ao meu corpo, através das sensações. Estava tendo as minhas primeiras experiências conscientemente.

 

Poucos dias depois, meu pai deu uma flor para minha mãe, mesmo com água ela murchou rapidamente ao captar as energias que estavam no ambiente da casa. Ao ver a planta somente pensei em minhas mãos de cura e nela como um ser vivo e resolvi aplicar Reiki. Meu pai que me esperava para sair perguntou o que eu estava fazendo e eu disse que aplicando Reiki e assim ajudando a planta a viver.

 

Saímos e ao voltarmos, cerca de uma hora depois, a planta estava erguida e com vigor. Meu pai que tinha mais conciência da minha sensibilidade do que eu, que me levava semanalmente para benzer quando bebe, percebendo que eu estava melhor e que o Reiki funcionava resolveu então procurar a mestre e ser iniciado.

 

Ele ficou muito curioso sobre a técnica e não se satisfez com as informações. Resolveu buscar mais conhecimento. Foi então que foi para Alemanha estudar, pois no Brasil ainda não haviam mais mestres de Reiki. Com o tempo estudou na Índia, Canadá, Japão.

 

No dia 8 de abril de 1996, aniversário de 8 anos da minha irmã, ele inaugurou o Instituto Brasileiro de Pesquisa e Difusão do Reiki em Copacabana- Rio de Janeiro. Em julho de 1996 ele me reiniciou no Nível 1 e me iniciou no Nível 2 de Reiki  no final dos meus 9 anos de idade.

 

Me adaptei, mesmo não aceitando e sofrendo muito por isso, àquela realidade de pais separados. E nas férias, quando visitava meu pai, escolhia estar com ele no Instituto trabalhando, fosse em atendimentos de Reiki, fazendo florais, ajudando na recepção ou participando dos cursos. 

 

Na adolescência frequentei bem menos os cursos, fiz poucas reciclagens, e aplicava Reiki quando precisava. Realmente é uma fase complicada, a transição da criança para o mundo adulto. É a mistura da responsabilidade de um adulto com a limitação da falta de autonomia de uma criança. Ainda falta experiência para entender o mundo e as situações novas que se apresentam. Ainda não se tem entendimento das diversas realidades e mentalidades de pessoas que estarão entrando em contato com você. E uma escolha errada e pode-se comprometer muita coisa.

 

Após escrever este parágrafo, abri o novo livro de meu pai Johnny De´Carli. O tarô e o Reiki e ao ler o prólogo identifiquei rapidamente ao meu parágrafo, portanto resolvi transcrevê-lo em parte a seguir:

 

"...Arcano, 'O Louco', as montanhas geladas significam o quanto ele deverá escalar para a busca do autoconhecimento. A trouxa que ele carrega  simboliza sua pouca experiência ou, quem sabe, um conhecimento que ele possui, mas do qual não faz uso. A flor branca na mão traduz a pureza e a inocência do espírito em busca do conhecimento. Zero é o seu número, o estado em que antecede o início,  é o começo absoluto; o zero origina todas as coisas. Esse é também p perfil da pessoa que toma a decisão de ser iniciada no Reiki, seria o Reikiano de Nível Zero. 'O Louco' não é o início nem o fim, pode ser as duas coisas, o 0 (zero) ou o XXII (vinte e dois), assim como um bom Mestre de Reiki que passa a entender ser um eterno aprendiz."

 

Perfeito! Meu pai, através do Arcano 0, explicou meu estado na adolescência, com um conhecimento não utilizado, o Reiki e inocente e atualmente como Mestre, ainda em eterna busca.

 

Nesta fase tive problemas psicológicos que me levaram a ter bulimia por 3 meses e posteriormente dismorfia muscular, vulgarmente conhecida como vigorexia por 7 meses aproximadamente. São distúrbios de imagem corporal. Fiz meu trabalho de conclusão de curso sobre "Distúrbios de imagem e dismorfia muscular". Sempre tive algo dentro de mim, que a cada dificuldade que encontro, me faz buscar por soluções, pesquisar o que está acontecendo e naquela época eu encontrava textos sobre comportamento e a mente  humana que me ajudaram muito a superar os distúrbios e deixar de vivê-los. 

 

A vida é repleta de momentos de escolhas e na adolescência muita informação chega para a pessoa. Uma das grandes escolhas da vida é a da profissão. Eu não me sentia preparada para escolher qual faculdade eu realmente queria fazer. Fiz teste vocacional, tinha atração por alguns cursos, mas nada que realmente me fizesse sentir certeza do que eu queria ser. Minha irmã sempre teve certeza de que gostaria de ser médica, curso o qual termina em 2015. A escolha da profissão é extremamente importante, pois é algo que pode influenciar a vida inteira, desde o dia a dia profissional até pessoas que conhecerá, que inclusive pode levar a casamento, foi o caso dos meus pais que se conheceram na UFRRJ- Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

 

Aos 17 anos entrei no curso de Direito da Puc- Campinas. Por ter sofrido muito com a separação dos meus pais, aceditava que podia ajudar as pessoas a serem mais unidas e menos injustiçadas. Apesar de gostar muito do curso e em alguns momentos me areepender, desisti no final do primeiro ano de curso, pois percebi que não era como advogada que conseguiria este meu objetivo de trazer felicidades as famílias e por me envolver muito emocionalmente no caso das pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aos 18 anos fiz um curso com meu pai de kirliangrafia e retornei aos estudos das terapias. Descobri o Ho´oponopono, mas ainda não incorporei a prática nos meus dias. Entrei no curso de Educação Física na Unicamp, curso o qual me formei, com o intuito de conhecer o corpo físico e  entrar para área da saúde, planejando estudar acupuntura futuramente. Pelo menos é o que eu pensava racionalmete e de acordo com minha mente consciente. Mesmo porque estaria estudando esportes, psicologia, assuntos que gosto muito. Participei por 1 ano do grupo de estudos  sobre Builling e 2 anos do grupo de estudos de Imagem Corporal e tive uma disciplina de psicologia, a qual era apaixonada. Até hoje ainda não tive a oportunidade de cursar formalmente psicologia, mas pude ler livros e aprendi muito na análise.

Acredito que a escolha do curso de Educação Física se deu insconcientemente para que eu vivenciasse meu corpo, considerando também a verdadeira existência em que a consciência une-se ao corpo no momento presente e também para que eu encontrasse respostas para meus transtornos.

 

Aos 19 anos frequentei o budismo da linhagem de Nitiren Daishonin, onde eu aprendi e vivenciei realmente o que é a fé. E passei a refletir sobre as múltiplas verdades que temos no nosso mundo.  Foi um novo despertar. Escrevi sobre isso em meu primeiro livro: "Ho´oponopono- método de autocura havaiano".

 

Aos 21 anos, após um acidente de carro daqueles que os anjos nos salvam caso contrário não teria saída,  iniciei um trabalho de psicanálise com uma excelente psicóloga que me ajudou muito a identificar os meus sentimentos, desidentificar algumas ideias e a entrar em contato com meu inconsciente. Posso dizer que passei por uma reeducação e uma primeira limpeza das minhas memórias. Deus realmente escreve reto por linhas tortas.

 

Aos 22 anos, ano de 2008, fiz um estágio de férias de acupuntura no mês de julho.  Em setembro fui iniciada no Xamanismo no Peru. Continuei algumas práticas xamânicas sozinha por um tempo e parei. Retomei as práticas quando comecei a namorar meu atual marido em 2012. Em Novembro fui para os Estados Unidos fazer intercâmbio de trabalho. Cheguei a ser chamada para trabalhar numa clínica como terapeuta Reiki, assim como uma série de novas escolhas se apresentaram. O ponto é que eu precisava escolher entre Eua ou Brasil onde faltava 6 meses de faculdade. Resolvi voltar ao Brasil e terminar a faculdade. Ainda com 22 anos, em Março de 2009, fui iniciada como Mestre em Reiki e terapeuta holística no Instituto de Reiki.

 

Aos 23 anos me formei como Mestre em Reiki, em Karuna Reiki e Shinpiden. Fui fazer um curso de shiatsu, pois é a base da acupuntura. Mas o professor do curso começou a faltar. Ele gostava mesmo era de atender e faltava as aulas para atender. E  acabei naturalmentee desistindo de estudar acupuntura.

 

Aos 24 anos estudei Análise Bionenergética. Uma linhagem da psicologia que se liga ao corpo. Durante a adolescência pesquisava muito sobre psicologia, pois o ser humano me chama muita atenção. O autoconhecimento sempre estava a frente das pesquisas, eu queria me entender a todo momento, me conhecer cada vez mais e acabava fazendo uma análise comparativa minha com diferentes pessoas que ia passando pela minha vida, não para comparar, mas para perceber como cada um lidava com tais aspectos ou situações que eu refletia sobre mim. Em 2010 também iniciei a produção dos meus marcadores de livro personalizados, em resultado ao trabalho interior que estava fazendo na psicanálise.

 

Aos 25 anos eu estava reciclando todos os cursos de Reiki mensalmente. Fiz novamente o mestrado, Reiki níveis 1, 2, 3-A, Shinpinden, Karuna 1 e 2 e mestrado. Eu perdi as contas na verdade, quantas vezes fiz e refiz os cursos de meu pai ao longo da vida. Pois ao visitá-lo, para estar com ele o máximo possível eu tinha que estar no trabalho dele. E assim eu fiz desde o primeiro ano da minha vida. Acopanhei-o no escritório de Manaus muitas vezes e ele me pagava em muitas balas e chicletes. Depois o acompanhei muito nos comércios que ele teve em Poços de Caldas, ele me pagava com bonecas de porcela. E me pagou com kinder ovo e pirulitos para tirar fotografia junto a minha irmã, para sermos as modelos do livro dele. Ele conta isso pra os alunos dele até hoje. Os alunos nos chamam das meninas do Kinder ovo, vou fazer o quê, rs.E por fim ajudei-o no Instituto no Rio de Janeiro frequentei muito a filial de São Paulo. Eu unia duas grandes paixões: o meu pai Johnny De´Carli e o mundo holístico.

 

Aos 25 anos eu entrei numa pós-graduação de Marketing Organizacional na Economia da Unicamp. Fiz amigos, alguns que iniciei no Reiki posteriormente.

 

Aos 26 anos eu continuava frequentando os cursos de meu pai e passei a praticar Ho´oponopono diariamente e a minha vida mudou da água pro vinho.

Eu sentia que precisava me realizar profissionalmente ainda.

 

Gostava muito de dar aula, sempre gostei de estudar e ensinar. Fiz isso desde os meus dois anos de idade, claro que da minha forma. As aulas que eu inventava e as crianças que eu chamava para ensinar alguma coisa. Dei aula de matemática e desenho geométrico no 1°grau. E depois do Reiki 3-A, enquanto estava na Unicamp atendi amigas, algumas pessoas que pediram atendimento e volta e meia me pegava lecionando, de repente reunia um grupo de 10 pessoas para ensinar o que era Reiki. Sei que plantei muitas sementinhas desta forma.  Durante 3 anos treinei muitos  alunos da Educação Física da Unicamp para serem professores de musculação. Após formada dei aula em academias e muitas aulas de ginástica. Eu gostava, mas não sentia paixão por aquilo. Ginástica era um hobby, mas não a ponto de eu fazer disso a minha vida. Pois a nossa profissão está com a gente diariamente e acaba se tornando boa parte do que vivemos.

 

Foi quando eu senti o chamado que há tempos já me tocava. Precisava começar a dar aulas de Reiki oficialmente.  Marquei a primeira aula em Campinas, no Condomínio em que estava morando com a minha mãe. Tive três alunos, um deles que estudava comigo na pós, um outro que foi aluno de musculação e um amigo dele.

 

     

 

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Turma da Puc- Direito de Campinas em 2004.

Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Holambra.

Portugal: Lisboa, Coimbra, Fundão, Évora.

Luxemburgo.